Atendimento por síndromes gripais tem redução de 60% no RJ

Foram distribuídos mais de 2 milhões de testes para covid-19

Publicado em 04/02/2022 - 12:15 Por Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil - Rio de Janeiro

Levantamento da Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro aponta que a média móvel nos atendimentos às síndromes gripais, que inclui a covid-19, nas unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do estado teve queda de 60% na última semana.

A análise mostra que entre os dias 20 a 26 de janeiro a média móvel foi de 4.089 atendimentos diários. Já entre os dias 27 e 30 de janeiro, a média móvel ficou em 1.670 atendimentos diários de síndromes gripais.

“Estamos começando a observar que os indicadores precoces para covid-19 estão reduzindo. Reflexo disso é a diminuição nos atendimentos de síndrome gripal nas UPAS e a taxa de positividade dos testes para covid-19. A Ômicron já chegou ao pico e agora está em queda. Em algumas regiões, já temos redução nos casos e internações”, disse, em nota, o secretário de Saúde, Alexandre Chieppe.

Para combater a circulação da variante Ômicron e o aumento dos casos de covid-19, a secretaria ativou o plano de contingência para a doença revertendo 397 leitos em janeiro e abrindo 13 centros de testagem em UPAs e hospitais estaduais, além do megacentro de testagem no Maracanã.

Ainda segundo a pasta, também foram distribuídos mais de 2 milhões de testes para detecção da covid-19 para os 92 municípios do estado. Nessas unidades, a taxa de positividade chegou a quase 50% e, nesta quinta-feira (3), estava em 12%.

A campanha de imunização contra a covid-19 continua avançando no estado, segundo a secretaria. Além da dose de reforço para pessoas com 12 anos de idade ou mais, a vacinação das crianças de 5 a 11 anos de idade também está sendo realizada nos 92 municípios do estado. Até esta terça-feira (1), foram registradas 91.345 crianças imunizadas contra a covid-19 no estado. Os dados representam 6% do total do público-alvo.

“Fazemos um alerta para que os pais e responsáveis levem as crianças aos postos para receberem a imunização. As vacinas são seguras e ajudam a reduzir os casos graves e óbitos pela doença”, disse o secretário.

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Edição: Fernando Fraga

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