Últimas notícias edifício Wilton Paes de Almeida

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Polícia prende líderes de movimentos por moradia em São Paulo

Uma operação da Polícia Civil de São Paulo, derivada de investigação sobre o incêndio e desabamento do edifício Wilton Paes de Almeida, no Largo do Paissandu, prendeu hoje (24) quatro pessoas, integrantes de movimentos de moradia, por suspeita de extorsão.

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Famílias desabrigadas deixaram Largo do Paissandu na capital paulista

O Largo do Paissandu amanheceu desocupado hoje (13), sem nenhuma barraca do acampamento das vítimas do desabamento do edifício Wilton Paes de Almeida.

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Vistorias da prefeitura resultam em interdição de prédios ocupados

Dos 75 prédios vistoriados no centro da capital paulista pela prefeitura após o incêndio e desabamento do Edifício Wilton Paes de Almeida em 1º de maio deste ano, 51 estão ocupados. São quase 11 mil pessoas vivendo em imóveis abandonados pelos proprietários.

Desabrigados do prédio que desabou após incêndio na madrugada desta terça-feira  acampam em frente a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, no Largo do Paissandu, região central.
Direitos Humanos

Prefeitura diz que 31 famílias ainda devem receber auxílio-moradia

A prefeitura de São Paulo informou hoje (4) que faltam 31 famílias para receber o auxílio-moradia, de um total de 291 famílias que, de acordo com o município, comprovaram vínculo com a ocupação do Edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou após o incêndio em 1º de maio na ca

São Paulo - Os desabrigados do prédio que desabou em maio, e que ainda estão acampados no Largo do Paissandu por falta do aluguel social, se recusam a retirar barracas para Prefeitura realizar limpeza com água.
Direitos Humanos

Desabrigados em desabamento impedem limpeza no centro de São Paulo

Acampados desde o início de maio no Largo do Paissandu, no centro da capital paulista, os desabrigados com o incêndio do Edifício Wilton Paes de Almeida impediram uma ação de limpeza da praça programada hoje (20) pela prefeitura. O prédio, que desabou no dia 1º de maio matando seis pessoas, era ocupado por 279 famílias, de acordo com número da Defensoria Pública do Estado de São Paulo.

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