Mirtes Santana acompanha com sofrimento o processo criminal contra sua ex-patroa, que responde em liberdade. "Se fosse o caso de um menino branco, já tinha sido resolvido”.
Desembargadores consideraram que valor inicial, de R$ 2 milhões, era "excessivo", e reduziram para R$ 1 milhão.
Mãe de Miguel e apoiadores se reúnem nesta sexta-feira em frente ao local do crime, no centro da capital pernambucana, com faixas e cartazes pedindo justiça.
Bloqueio de R$ 2 milhões abrange móveis, imóveis, ativos financeiros, participações em sociedades, títulos da dívida pública e demais títulos negociáveis em bolsas de valores.