Inscrições para trabalhar no Censo 2021 terminam nesta sexta-feira

Selecionados pelo IBGE terão contrato com duração de três meses

Publicado em 19/03/2021 - 12:51 Por Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil - Rio de Janeiro

As inscrições para o processo seletivo que contratará temporariamente 182 mil recenseadores para o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) terminam hoje (19). Os selecionados integrarão a equipe que trabalhará no Censo 2021, visitando todos os domicílios do país e entrevistando seus moradores.

Para concorrer a uma das vagas, é preciso ter o ensino fundamental completo. O contrato tem a duração inicial de três meses, podendo ser renovada por mais algum tempo dependendo da necessidade.

O salário é variável, de acordo com a produtividade do recenseador. Para calcular a remuneração, é possível fazer simulações no site do IBGE .

Segundo o IBGE, um recenseador que trabalhar 25 horas semanais em São Paulo deve receber, em média, R$ 1.629 por mês. Já um profissional que escolha o município de Carauari, uma área de difícil acesso no meio da floresta amazônica, receberá R$ 1.853 pela mesma jornada.

Para concorrer a uma das vagas de recenseador, é preciso acessar o site da Cebraspe, empresa organizadora do processo seletivo, e concluir a inscrição até as 23h59 de hoje. A taxa de inscrição é de 25,77 e pode ser paga até segunda-feira (22).

Os candidatos a recenseador farão as provas objetivas presencialmente no dia 25 de abril, seguindo os protocolos de prevenção da Covid-19.

Segundo o IBGE, a coleta de dados para o censo demográfico será realizada entre os meses de agosto e outubro. O questionário básico será aplicado a cerca de 71 milhões de domicílios particulares permanentes do país e terá 26 questões. O questionário da amostra, aplicado a 10% desse contingente, ou cerca de 7,1 milhões de domicílios, abarcará 76 questões, contemplando os seguintes temas: características dos domicílios, identificação étnico-racial, nupcialidade, núcleo familiar, fecundidade, religião ou culto, deficiência, migração interna ou internacional, educação, deslocamento para estudo, trabalho e rendimento, deslocamento para trabalho, e mortalidade.

Texto ampliado às 13h

Edição: Nádia Franco

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