Três ministros estão a caminho de Brumadinho

Barragem da mineradora Vale rompeu em cidade mineira

Publicado em 25/01/2019 - 16:38 Por Luciano Nascimento - Repórter da Agência Brasil - Brasília

Após o rompimento de uma barragem da Vale do Rio Doce em Brumadinho (MG), cidade próxima a Belo Horizonte, o presidente Jair Bolsonaro determinou a ida dos ministros do Meio Ambiente (Ricardo Salles), Desenvolvimento Regional (Gustavo Canuto) e Minas e Energia (Bento Albuquerque), além do secretário Nacional de Defesa Civil (Alexandre Lucas), para a região.

Em uma rede social, Bolsonaro disse lamentar o ocorrido e que "todas as providências cabíveis estão sendo tomadas" e que a maior preocupação do governo é "atender eventuais vítimas desta grave tragédia".

Ainda não há informações sobre vítimas, mas a mineradora Vale do Rio Doce divulgou nova nota, admitindo a possibilidade de vítimas no episódio. "Havia empregados na área administrativa, que foi atingida pelos rejeitos, indicando a possibilidade, ainda não confirmada, de vítimas", disse a empresa em nota. Até o momento, nenhum órgão público confirmou mortes no local. 

Ainda de acordo com a empresa, as primeiras informações indicam que os rejeitos atingiram a área administrativa da companhia e parte da comunidade da Vila Ferteco. A Vale informou que acionou o Corpo de Bombeiros e ativou o seu Plano de Atendimento a Emergências para Barragens, informou a empresa.

 


Ministério do Meio Ambiente

Em nota divulgada no início da tarde, o Ministério do Turismo lamentou o rompimento da barragem e se solidarizou com a comunidade afedada: "A Pasta entende que a maior preocupação deve ser com as vidas impactadas pela tragédia. Além de todos os danos ambientais, o rompimento afeta o Instituto Inhotim, maior centro de arte ao ar livre da América Latina e importante atrativo turístico do Brasil".

A nota também informa que o ministério se colocou à disposição para trabalhar em parceria com outros órgãos do governo para dar apoio às famílias atingidas e trabalhar na recuperação da região "para minimizar o impacto da catástrofe e, por meio do turismo, ajudar a comunidade a superar o trauma e retomar a vida", conclui a nota.
 

Edição: Fábio Massalli

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