Helicóptero cai na região central de São Paulo e deixa quatro mortos

Quatro pessoas morreram por volta das 14h35 de hoje (17) em uma queda de helicóptero na Rua Pedro Luís Alves Siqueira, no bairro Barra Funda, região central da capital paulista. Nove carros do Corpo de Bombeiros foram enviados até o local. Investigadores do Quarto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa IV), órgão regional do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), foram acionados para fazer a ação inicial da ocorrência envolvendo a aeronave de matrícula PR-PGC.
O cadastro desta matrícula no Registro Aeronáutico Brasileiro informa que o proprietário do helicóptero é a JBN Locações e Gerenciamento de Aeronaves Eireli e tem como operador a Helimarte Táxi Aéreo e Geoglifo Atividades Geoespaciais. O modelo é do fabricante Robinson Helicopter. O ano de fabricação é 2007. Tem operação autorizada para táxi aéreo, e a situação da aeronavegabilidade é normal.
Essa apuração inicial inclui coleta e confirmação de dados, a preservação de indícios, a verificação inicial de danos causados à aeronave, ou pela aeronave, e o levantamento de outras informações necessárias ao processo de investigação.
Segundo o Cenipa, a investigação tem como propósito prevenir novos acidentes com características semelhantes. “A conclusão das investigações terá o menor prazo possível, dependendo sempre da complexidade de cada ocorrência e, ainda, da necessidade de descobrir os possíveis fatores contribuintes”, informou o órgão em nota.
A Agência Brasil solicitou posicionamento à Helimarte Táxi Aéreo pelo contato telefônico disponível no site, e a reportagem será atualizada assim que houver um retorno.


