Polícia vistoria estádio do River após incidentes na Libertadores

Agentes da Polícia da Argentina realizaram uma vistoria no Estádio Monumental de Núñez, casa do River Plate, após os incidentes de violência registrados antes do segundo jogo da final da Taça Libertadores contra o Boca Juniors.
A Polícia da Argentina não divulgou informações sobre a operação, mas acredita-se que o objetivo da ação é buscar imagens das câmeras de segurança e informações sobre os sócios do clube para tentar identificar torcedores envolvidos na confusão.
Horas antes da operação, o presidente da Argentina, Mauricio Macri, e a ministra de Segurança, Patricia Bullrich, acusaram torcedores organizados do River de planejar o ataque contra o ônibus que levava os jogadores do Boca ao estádio - fato que provocou o adiamento da partida no último sábado.
Além do ataque ao ônibus, que deixou vários jogadores do Boca feridos, várias ocorrências violentas foram registradas nos arredores do Monumental. Cerca de 20 torcedores do River foram presos.
Na sexta-feira, véspera da partida, a Polícia da Argentina prendeu Héctor Godoy, líder de uma das "barras bravas" do River. Na casa do torcedor, os agentes encontraram 7 milhões de pesos argentinos (cerca de R$ 702,5 mil) e 300 ingressos para o jogo. Godoy ficou preso por algumas horas, mas depois foi liberado.
Os presidentes dos dois clubes se reunirão amanhã, no Paraguai, com o presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, para definir quando o segundo jogo da final será disputado. Na partida de ida, em La Bombonera, Boca e River empataram por 2 a 2.


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