São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul retomam medidas mais rígidas

Publicado em 02/12/2020 - 19:36 Por Eliane Gonçalves - São Paulo

Em São Paulo, começaram a valer nesta quarta-feira (2) as regras da fase amarela do plano que determina as restrições para circulação de pessoas e o funcionamento do comércio durante a pandemia de covid-19.

A fase amarela vale para todo o estado; com isso, seis regiões, inclusive a capital, que já estavam na fase verde, com menos restrições, tiveram que retroceder.

Agora, lojas, shoppings, bares, restaurantes e academias voltaram a reduzir o tempo de funcionamento. O limite é de 10 horas por dia, e até no máximo as 22h.

O atendimento de clientes no local também foi limitado a 40% da capacidade de cada estabelecimento. Nas academias, no máximo 30%, e atividades em grupo voltam a ser proibidas.

Na cidade de São Paulo, as restrições também abrangem cinemas, teatros e museus, que voltam a fechar.

Já as escolas, ainda que com restrições, seguem abertas.

As medidas foram anunciadas na última segunda-feira (30) pelo governador João Dória.

Além de Dória, o governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Júnior, também anunciou medidas mais duras, e implantou “toque de recolher” entre as 11h da noite e as 5h da manhã em todo o estado, pelo prazo de 15 dias, também a partir desta quarta-feira (2). Apenas serviços essenciais, como saúde e segurança pública, estão liberados.

Já o Rio Grande do Sul vive o momento mais crítico da pandemia, com o maior número de pacientes internados em enfermarias e UTIs em toda a série histórica e, todo o estado foi classificado na bandeira vermelha.

Na segunda-feira, o governador Eduardo Leite também anunciou medidas mais rígidas. O comércio só pode funcionar até as 8h da noite; bares e restaurante até as 10h da noite, apenas com clientes sentados, e com no mínimo 2 metros de distância entre eles; teatros e cinemas ficam fechados, aglomerações em espaços públicos, como parques e praças, estão proibidas, e eventos sociais como casamentos, festas e formaturas também não vão poder acontecer.

Edição: Ana Pimenta

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