Cunha diz que vai recorrer de afastamento determinado por ministro do STF
![Wilson Dias/Agência Brasil Brasília - Presidente da Câmara, Eduardo Cunha, põe em votação MP sobre renegociação de dívidas de produtores rurais e de caminhoneiros (Wilson Dias/Agência Brasil)](/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif)
![O deputado Paulinho da Força (SD-SP) chega à residência oficial de Eduardo Cunha, que teve mandato de deputado suspenso por ministro do Supremo na manhã desta quinta-feira](/sites/default/files/atoms/image/eduardo_cunha_residencia_oficial_paulinho.jpg)
O deputado Paulinho da Força (SD-SP) chega à residência oficial de Eduardo Cunha, que teve mandato de deputado suspenso por ministro do Supremo na manhã desta quinta-feira
O deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que teve o mandato suspenso na manhã de hoje (5) pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, está reunido com seus advogados e com deputados na residência oficial da presidência da Câmara e disse que vai apresentar recurso da decisão. Cunha está com o deputado Paulinho da Força (SD-SP) e Benjamin Maranhão (SD-PB).
De acordo com sua assessoria, Cunha permanecerá na residência oficial até o julgamento de outra ação no STF, marcado para a tarde de hoje, quando os ministros vão julgar a ação aberta pelo partido Rede, que também pediu à Corte o afastamento de Cunha da presidência da Câmara, com base no argumento de que ele não poderia estar na linha de sucessão presidencial, uma vez que é réu na Justiça.
Cunha foi notificado por volta das 7h30 da decisão do ministro Teori Zavascki, que deferiu uma liminar determinando a suspensão do mandato de Cunha em atendimento a um outro pedido de afastamento do parlamentar, feito em dezembro pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
![Em frente à residência oficial de Eduardo Cunha, segurança reforçada e muitos jornalistas aglomerados](/sites/default/files/atoms/image/eduardo_cunha_residencia_oficial.jpg)
Em frente à residência oficial de Eduardo Cunha, segurança reforçada e muitos jornalistas aglomerados
Janot argumentou em seu pedido que Cunha se valia do cargo de presidente da Câmara para constranger deputados e atrapalhar o processo de cassação de seu mandato, em tramitação no Conselho de Ética da Casa.
A segurança foi reforçada em frente à residência oficial do presidente da Câmara, onde se aglomera uma grande quantidade de jornalistas e começam a chegar manifestantes contrários a Cunha.
![Dominguinhos/Arquivo Pessoal Brasília (DF), 12/12/2024 - Dominguinhos. Foto: Dominguinhos/Arquivo Pessoal](/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif)
![Alessandra Cabral/CPB/Direitos Reservados prêmio paralímpicos](/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif)