MP entra com ação contra sete ex-gestores da saúde do DF

Publicado em 11/09/2015 - 17:04 Por Jéssica Gonçalves - Brasília

Sete ex-gestores públicos da área de saúde do DF são acusados de irregularidades na administração dos leitos de UTI, Unidade de Terapia Intensiva, entre os anos de 2011 e 2014.

 

A ação de improbidade administrativa foi solicitada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios.

 


Uma auditoria do Tribunal de Contas do DF constatou que a omissão dos acusados aumentou o risco de morte de pacientes, prolongou tratamentos de forma desnecessária e agravou quadros clínicos.

 


Ainda segundo o Tribunal, a negligência dos gestores gerou desperdício de recursos públicos. Dados da Secretaria de Saúde apontam que, só em 2013,  R$ 13 milhões foram gastos de maneira indevida.

 


De acordo com a ação, durante o período investigado, apenas parte dos leitos de UTI foi regulada. O órgão alega que a maioria ficou bloqueada, e que os diretores de hospitais e chefes das unidades não deram nenhuma satisfação à sociedade, ao Ministério Público, à Defensoria Pública e ao Judiciário.

 


Se forem considerados culpados, os sete ex-gestores podem perder a função pública, ter os direitos políticos suspensos por um período de três a cinco anos, pagar multa e ressarcir os danos causados aos cofres públicos em um valor de  R$ 13 milhões.

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